domingo, 19 de janeiro de 2014
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Lançamento: Nikon F3
Nos últimos
anos, virou costume das grandes marcas de câmeras fotográficas, produzirem
modelos com design retro, porém com os últimos recursos tecnológicos
disponíveis no mercado. É ai que entra o mais novo lançamento da Nikon com a
nova DSLR, Nikon DF, com desenho inspirado no famoso modelo “F”, lançada na
década de 60. Apesar da aparência vintage, não se engane com o poder de fogo
dessa câmera, ela vem equipada com um sensor digital Full-frame de 16,2
megapixels e o motor de processamento Expeed 3 emprestado da Nikon D4, mesmo
sendo uma câmera bem compacta junto do modelo mais sofisticado da marca. Uma
característica bem bacana do modelo, e que reforçam a sua proposta retro é o
fato da DF ser também compatível com as lentes Nikon pré-1978, tudo isso em um
elegante corpo de magnésio em preto ou prata. Mas como não existe ganho sem
perda, para manter esse corpo “enxuto” com um sensor tão poderoso, a DF perdeu
alguns recursos, como o sistema de foco automático de 39 pontos (anti 51 da D4)
e não faz vídeos, ou seja, é uma câmera apenas para fotografar. O modelo trás
ainda o prático suporte ao adaptador wireless WU-1ª que permite o envio de
fotos diretamente para dispositivos Android. Para acompanhar o estilo vintage a
Nikon lançou também uma nova versão da objetiva 50mm f/1.8G em montagem de
alumínio, fazendo referencias as antigas lentes da marca, porém dotada de
modernidades, como o motor de foco AF-S, com respostas rápidas e silenciosas. A
nova DF não é uma câmera barata, custa US$ 2.750 somente o corpo, ou US$ 3.000
no kit com a lente 50mm. Agora nos resta esperar o lançamento dessa máquina no
Brasil para vermos o real valor que ela terá por aqui, mas já dá para imaginar
que não custará pouco.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Câmeras Full Frame
Comprar uma
primeira DSLR é uma grande alegria para todos que amam a fotografia a tem como
hobby ou futura profissão, não é que as câmeras compactas não permitam os
registros de grandes imagens, mas quem pretende levar a fotografia mais a
sério, sabe que em algumas situações só uma DSLR irá ser capaz de proporcionar
o mínimo de qualidade, sem contar com as delícias de fotografar em modos
manuais e ter a sua disponibilidade uma grande quantidade de lentes e
acessórios. Na, digamos, “escala evolutiva” na vida de um fotógrafo
(profissionais ou não), aquela tão sonhada DSLR, comprada com tanto esforço já
não impressiona mais, o que nos leva à uma nova categoria de câmeras, as Full
Frame, modelos mais sofisticados e bem mais caros que as câmera de entrada de
sensor Cropado mais baratas. Mas enfim,
o que são câmeras Full Frame? Vamos primeiramente retornar as câmeras de filme
de antigamente, a área da película de fixava a imagem tinha um tamanho padrão
de 35mm, hoje em dia fabricar câmeras com um sensor no tamanho equivalente a
35mm é bastante caro, trata-se de um
sensor maior, você pode observar isso ao tirar a lente de duas câmeras, uma
Full Frame e outra Cropada, o espelho que reflete a imagem da primeira é bem
maior que o da segunda. As câmeras Cropadas, por terem um sensor menor
apresentam uma área para a fixação da imagem também menor, elas realizam o
“corte” da fotografia. Um exemplo é uma câmera com Crop Factor de 1,5X com uma
lente de distância focal de 18mm, o “corte” será dado através da multiplicação
dos valores do Crop Factor, pelo os números das distâncias focais da lente em
uso (18 x 1,5 = 27), ou seja uma lente de 18mm em uma câmera Cropada vai
apresentar uma distorção final de 27mm, desse modo podemos afirmar que as
câmeras Full Frame são superiores por não alterar o ângulo de visão de uma
lente (lembrando que a distância focal em si, não muda). Mas essas câmeras com
sensores equivalentes aos filmes 35mm possuem outras vantagens além dessa
citada acima, pois proporcionam imagens
mais nítidas mesmo que esteja sendo utilizado um alto valor de ISO, contudo as
câmeras mais baratas podem oferecer uma boa características, como elas cortam a
imagem, a mesma acaba sendo “aproximada”, no que diz respeito ao ângulo de
visão, por tanto se a sua intenção é obter mais zoom as Cropadas são uma boa
pedida, com ela uma teleobjetiva se torna mais teleobjetiva, vamos novamente ao
pequeno cálculo. Suponde que você esteja usando uma câmera com um fator de
corte de 1,5X acoplada a uma lente de 400mm, (1,5 x 400 = 600mm), nessa
situação é notável a superioridade das Cropadas em aumentar o ângulo de visão.
A decisão sobre qual destes dois tipos de Câmeras, depende muito do que você
espera do seu equipamento e principalmente a sua conta bancária, mas duas das
maiores fabricantes de máquinas fotográficas do mundo já apresentaram modelos
Full Frame que não são tão caras quanto se espera que fossem, embora sejam bem
mais caras que os modelos com sensor Cropado: Canon 6D e Nikon D600 (Em média
R$7.000,00). Então é isso por hoje, galera, até a próxima.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Tipos de Lentes
Você acaba
de comprar sua primeira câmera DSLR e começa a sentir de maneira mais realista
as emoções que a fotografia pode lhe proporcionar, com está câmera um novo
leque se abre, colocando a sua disposição (e do seu bolso) uma infinidade de
equipamentos e acessórios que podem te ajudar a conseguir melhores fotografias,
claro que todo equipamento só terá seu máximo desempenho se for acompanhado do
mínimo de conhecimento técnico, mas não
podemos de forma alguma desprezar a importância de termos os mesmos para a
obtenção de boas fotografias, principalmente em algumas situações específica.
Como o foco desse blog são fotógrafos iniciantes (meu caso), vamos à indagação
de todos nós ao comprarmos a primeira DSLR: Quais lentes deverão escolher? Essa
é uma pergunta que não pode ser respondida tão facilmente, ela depende muito do
que você irá fotografar, como irá fotografar e suas preferências pessoais, mas
vamos exemplificar os tipos de lentes que existem no mercado e suas principais
características e utilidades.
Primeiramente
devemos saber que uma lente é composta de elementos de vidros ópticos, côncavos
e convexos que possuem o objetivo de concentrar os raios de luz, que pode ser
direcionado para o sensor digital ou nos filmes negativos (caso das câmeras
mais antigas) formando assim a imagem. Uma lente também possui mecanismo de
abertura e foco, proporcionando assim nitidez e regulando a entrada de luz nas
mesmas. A princípio temos dois tipos de lentes: A fixa e a zoom, as lentas
fixas são aquelas que têm a distância focal pré-definida e não pode ser
alterada, já as lentes zoom, possuem distâncias focais que podem ser ajustadas
conforme a necessidade no momento da fotografia, um bom exemplo são as lentes
18-55mm que vem no kit de uma DSLR de entrada, através de um mecanismo manual o
fotógrafo pode alterar a distância focal entre 18 e 55 milímetros. Cada
fabricante disponibiliza uma imensa variedade de lentes, por isso analise bem a
marca da sua câmera antes de comprá-la, comprou a câmera? Casou com a marca.
Atente também se uma lente possui tanto a possibilidade de funcionar como o
foco manual como no automático, as câmeras mais baratas da Nikon, por exemplo,
não tem motor de foco interno, e nem todas as suas lentes dispõe de foco
automático, tome bastante cuidado com isso, pois ficar manualmente não costuma
ser fácil para quem está iniciando. Bem, vamos agora aos principais tipos de
lentes:
Teleobjetivas:
São como as de um binóculo, tem a capacidade de trazer (aproximar) para o
centro de quadro uma imagem que está muito distante, pense nisso se for
fotografar em um pássaro pequeno em cima de uma árvore, apenas com uma
teleobjetiva é que você conseguirá enquadrá-lo, essas lentes são ótimas também
para retratos, por conta do seu foco restrito, criam com mais facilidade aquele
efeito borrado com pouca profundidade de campo. Procure uma teleobjetiva clara
(abertura de 2.8, por exemplo), mas elas costumam ser bem caras.
Macro:
Essa
é uma das formas mais apaixonantes de fotografar, tanto para profissionais como
para amadores, retratar através das lentes objetos ou seres que muitas vezes
nem são visíveis aos nossos olhos, como a penugem de uma folha, ou detalhes do
corpo de uma formiga, é fascinante. Essas lentes geralmente são encontradas em
três distâncias focais: 50 mm, 90 mm e 180 mm. As lentes macro devem oferecer
pelo menos metade do tamanho do objeto verdadeiro que está sendo fotografado.
Elas podem ser usadas para outras utilidades, mas o seu real objetivo é focar
em objetos ou seres pequenos e que estejam muito próximos das lentes.
Grande-angulares
e olho de peixe:
Essas são lentes com um grande ângulo de visão, elas
“enxergam” mais em um espaço restrito. São perfeitas para fotografar um grupo
de pessoas em uma sala apertada, por exemplo, elas conseguem enquadrar todos em
uma mesma fotografia, apresentam distâncias focais entre 15 e 35 mm, as lentes
que vem no kit das câmeras (18-55 mm) são boas grande-angulares, embora não
sejam muito claras, o que dificulta o seu uso em situações de pouca luz. Uma
lente zoom, grande-angular como uma 18-200 mm é bastante versátil. Ainda
existem lentes com distância focal de 10 mm e visão 180 graus! São as chamadas
“olhos de peixe”, com elas é possível fotografar dentro de uma sala pequena
enquadrando três das quatro paredes, mas tenha em mente que essas lentes
distorcem os cantos das imagens, linhas retas vão aparecer curvas, então elas
possuem pouca utilidade prática.
Então é isso
galera, esse é o básico sobre os tipos de lentes para quem está começando no
mundo da fotografia, em breve voltarei escrevendo mais a fundo sobre as mesma.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Flying Houses
O Frances Laurent
Chéhère sempre se destacou em seu trabalho com as suas prestigiadas campanhas
publicitárias de marcas famosas, porém, hoje não venho escrever aqui sobre elas
e sim sobre outro trabalho, que considero mais interessante de Laurent,
trata-se da exposição surrealista Flying Houses, fotografias de uma série de
“casas voadoras” no subúrbio de Paris, com o notado uso de edição de imagens.
“O que me atrai é olhar essas casas da periferia, mais pobres, mostrar a vida
das pessoas e imaginar reportagens, histórias e depois criar o meu trabalho”
afirmou Laurent em entrevista à revista Fotografe Melhor, o mesmo afirma também
que a periferia parisiense, especialmente os bairros de Belleville e
Ménilmontant, possui uma tonalidade fria, acinzentadas e com uma profunda
ausência de amarelo, bem como um céu constantemente nublado, produzindo imagens
em um clima mais sombrio. Além destas características, que contribui para a
formação do contexto imagético que o fotografo deseja passar através das suas
fotos, esses bairros o influência artisticamente, uma vez que grande parte dos
seus ídolos, sejam eles fotógrafos, pintores ou cineastas utilizaram essa
região de Paris como fonte de inspiração, e que esses bairros ainda concentram
a mesma “energia” de décadas atrás.
Apesar da
exposição Flyng Houses, ter como o princípio mais notável a manipulação de
imagens, a responsável por criar o efeito surreal, não é preciso ter muita
experiência com programas de edições para obter tais resultados. Segundo o
próprio Laurent o mais importante em seu trabalho é outro aspecto: “Saio muito
para caminhar, procuro esse tipo de arquitetura, onde o pessoal de baixa renda
mora. Na maioria são estrangeiros, imigrantes, que tem uma vida muito fechada
em casa” e fala também da importância do céu como o fundo dos seus trabalhos:
“Trabalho essencialmente com o tipo de céu, pois quero uma unidade nas imagens.
Depois coloco elementos que possam contar uma história”. Um detalhe curioso é
que muitos elementos em seu trabalho vieram de outros países: “Um incêndio que
fotografei na África... Mas usei em uma das fotos por conta nos de sua
realidade”, conta ele se referindo a uma imagem de uma casa pegando fogo. A
exposição ficou exposta em São Paulo, nos últimos três meses onde o público
pode conferir de perto algumas das suas obras.
fonte: Revista Fotografe Melhor, Julho de 2013.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Câmeras Pinhole
No mundo
contemporâneo e globalizado em que vivemos, a busca pela tecnologia que vise à
qualidade e praticidade em nosso cotidiano é a regra número um das indústrias,
na fotografia não é muito diferente, vemos constantemente novas atualizações
nas câmeras fotográficas e uma tecnologia lançada há um ano já não nos
impressiona mais. Em contrapartida há aqueles mais puristas que preferem
fotografar com máquinas mais antigas que exigem mais conhecimento do fotógrafo
sobre o aparelho que ele está utilizando, seguindo esse princípio de maneira
mais extremista, temos os profissionais que ainda fazem uso da mais arcaica
forma de fotografar que se tem registro. Creio que quase todos você já ouviram
falar na fotografia pinhole, o princípio de uma máquina fotográfica onde a
simplicidade de funcionamento é fantástica! Definida como “buraco de alfinete”,
trata-se de um método muito econômico para registrar uma fotografia. Apenas é utilizada
uma câmera escura, que pode ser uma lata ou caixa de sapatos, pintadas de preto
em fechadas de modo que não permitam a passagem de luz, apenas pelo pequeno
furo feito com uma agulha na superfície da câmera. A luz entra por esse
orifício e através de reações químicas forma uma imagem no papel que está
inserido no fundo da câmera, só isso! O obturador da câmera pode ser uma fita
adesiva colada sobre o pequeno furo, enquanto o furo é destampado ocorre à
exposição (entre 10 e 60 segundos), após ser fechado o fotógrafo leva a máquina
totalmente tampada até o estúdio para a revelação das fotos. Um dos primeiros
registros da câmera escura é datado de 1554, onde o astrônomo Gemma Frisius a
utilizou para fazer observações de um eclipse solar. E então pessoal? Que tal
fazermos a nossa própria pinhole? Existem diversos tutoriais no YouTube
ensinando como se faz uma câmeras dessas, é bem fácil, vamos fazer? Então é
isso, até mais!
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Os Tipos de Luz
Nesse post
vou falar rapidamente sobre um dos fatores fundamentais da fotografia: a luz. É
ela a responsável por decorar, dar emoção e ambientar uma imagem. Um fotógrafo
pode encontrar em momentos aparentemente irrelevantes uma ótima oportunidade
para tirar uma foto, sejam crianças brincando no parque, um cachorro, pessoas
atravessando a faixa de pedestre ou um trânsito caótico. A luz é quem revela
esses momentos, exprimindo força, calor, mistério, energia, romantismo. Não
existe uma regra definida para dizermos em qual momento do dia a luz
encontra-se de maneira mais favorável para registrarmos uma imagem, porém
dependendo do que queremos passar com a nossa fotografia algumas dicas, e
horários podem contribuir para atingirmos o efeito desejado.
Na fotografia
temos “As Horas Mágicas”, um momento de luz suave e difusa, pouco invasiva, que
é capaz de revelar detalhes sublimes do tema da fotografia em questão. Podemos
aproveitar essa hora quando ao nascer e ao por do sol, pois quanto mais baixo
estiver o sol, melhor será as condições para as fotografias, seja para
fotografar uma flor em vasto campo ou uma pessoa, aliás é nessa hora que
poderemos obter um efeito romântico em nossas fotografias, ideal para
fotografar casais em um parque. Evite utilizar o flash nessas condições, o
melhor é aproveitar toda a beleza da luz natural do ambiente. Em contrapartida
temos o período de luz alta (entre 10 da manhã e 3 da tarde) onde a luz é
direta e forte, produzindo sobras profundas, brilhosas, pretas e sem detalhes,
portanto cuidado quando for fotografar nessas condições, você pode “perder” as
suas fotografias, porém o sol do meio-dia também pode criar imagens com
silhuetas marcantes, e uma expressividade e força incomum em outros horários, é
um bom momento para revelar as cores vivas das casas ou de uma cidade. Outro
momento bastante interessante para fotografar é durante a noite, as fotografias
nesse horário são bastante desafiadoras, mas os resultados podem ser incríveis,
tente tirar uma foto do trânsito em uma avenida sem o flash com uma longa
exposição e verá as luzes dos carros e da cidade, juntamente com o movimento
das pessoas formarem riscos brilhantes na imagem. Nesse caso em que o ideal é
utilizar um tripé, ou apoiar a câmera em alguma superfície plana para evitar que
a mesma se movimente, mas como não existe regra na fotografia, uma imagem
borrada nessas condições também pode ser interessante, dependendo do que você
pretende passar com a sua foto. E então, gostaram? Que tal tentar aproveitar
cada um desses momentos para colocar em prática o que eu falei aqui? Quero que
descubram esses belíssimos momentos e anotem suas experiências e observações,
por isso não colocarei imagens relacionadas.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Canon SL1
Olá galera,
estou há um tempo sem postar aqui no blog, por que estou um pouco mais ocupado,
mas hoje venho apresentar uma novidade que vi ontem a noite em uma revista, é
mais um lançamento “de peso” no mercado fotográfico, trata-se da Canon SL1, a
menor câmera DSLR do mundo. Há algumas semanas atrás mencionei que um dos
principais motivos que ainda levam o consumidor a comprar uma câmera compacta é
o seu tamanho reduzido, o que facilita o transporte a claro, ajuda a desviar os
olhares dos mais curiosos que temos em nossas ruas. Obviamente que a SL1 não é
tão pequena quanto uma compacta, mas possui um tamanho muito próximo das
Mirroless, o que pode acabar minando esse segmento em que a própria Canon está
presente. O que temos que ter em mente é que a SL1 apesar do seu tamanho
diminuto, tem um alto desempenho, melhor inclusive que muitas câmeras DSLRs bem
maiores, isso por que este modelo é uma versão em miniatura da consagrada Canon
T4i, trata-se, portanto de um modelo voltado para amadores/entusiasta que buscam
a sua primeira DSLR. O bom é que este modelo preserva boa parte das
funcionalidades da sua irmã mais crescida,
como o sensor APS-C de 18 megapixels, o processador de imagem DIGIC 5 e
os seus recursos de vídeo, como a gravação em Full HD com autofoco contínuo, a
desvantagem é o visor de LCD que não é sensível ao toque nem articulado, o que
facilita o registro das fotografias em ângulos menos esperados. Outro ponto
negativo que tenho que destacar, é que por ter um corpo menor a “pegada” da
câmera tende a ser menos anatômica e confortável. Eu optaria pela T4i, mas isso
vai das preferências necessidades de cada um, mas inquestionável é a qualidade
de mini DSLR. A Canon SL1 já pode ser encontrada em algumas lojas no Brasil
custando entre R$2,2 mil a R$3,5 mil com a objetiva do kit 18-55mm.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Olympus E-P5
Hoje venho
apresentar uma novidade lançada há alguns meses, que tem potencial para deixar
todos os amantes de fotografia e os mais saudosistas babando, estou falando a
Olympus E-P5, trata-se da mais nova mirrorless (modelos que permitem a troca de
lentes, mas não possuem o espelho reflexivo) da marca, e como já sabemos, as
fabricantes vem buscando ao máximo produzir câmeras com um desenho retro e alta
tecnologia, dessa vez a Olympus resolveu investir alto ao apresentar essa
câmera em maio deste ano. Seu design clássico busca retratar os famosos modelos
da marca dá década de 60 e não economiza no acabamento esmerado, é construída
em um corpo de metal. Como está classificada em uma categoria que faz a “ponte”
entre os modelos compactos e as DSLRs, a E-P5, deixa claro que se assemelha
mais a um modelo avançado, pois possibilita os ajustes de todos os recursos de
maneira manual, dispostos em elegantes e bem acabados botões no gabinete
traseiro. O modelos trás ainda uma tela LCD, inclinável de 3” de alta
resolução, composto de 1,04 milhões de pontos e um sensor de imagem de 16
megapixels e um autofoco bastante preciso, a lente que vem acoplada ao modelo
de 17mm, apesar de não ser o suficiente para o uso em todas as situações,
surpreende pela abertura mínima de f/1.8, que permite fotografar com qualidade
em condições de pouca luz e produz aquele fundo borrado, ou desfocado que é
praticamente impossível de se obter em modelos compactos. A má notícia é que
este modelo ainda não é vendido no Brasil e custa alto no exterior (US$ 1.450),
já dá para imaginar que se este modelo chegar em nosso país com a toda a sua
carga tributária e custos de importação, a Olympus E-P5 não será acessível para
todos, mas mesmo assim valerá a pena para quem presa por um design impecável e
não abre mão da qualidade.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Light Painting: Jason D. Page
Light
Painting é uma técnica fotográfica, onde o fotógrafo faz desenhos com a luz na
busca por efeitos e criativos, mágicos e inesperados nas suas fotografias,
consiste em deixar o obturador da câmera aberto, no modo Bulb, enquanto o
fotografo com uma fonte luminosa, podendo ser um celular, lanterna, ou qualquer
outro meio de se produzir luz, coloca a mesma na frente das câmeras, como a
exposição será longa os rastros provenientes da luz formam várias imagens no
sensor da câmera, o resultado é sempre interessante, acredito que você já tenha
visto fotos de pessoas que ficam na frente do espelho com nomes ou palavras
formadas através de luz produzida numa tela de celular, trata-se do Ligth
Painting.
Um fotógrafo
que domina bastante essa técnica, sem dúvidas é o americano Jason D. Page,
quando era pequeno, aos seis anos de idade, era constantemente agredido
fisicamente pelo padrasto e em uma noite o menino acordou sendo sufocado e os
eu coração parou por certo tempo, nesse curto período, que ele define como
“quase-morte” Page se viu andando por uma floresta com cores e texturas
inimagináveis e surreais ao mesmo tempo em que sentia prazer e uma grande
felicidade, apesar de rápida essa experiência influenciou Page a seguir no
mundo das artes, quando acidentalmente numa praia bateu na câmera enquanto
fotografava a lua na praia, o resultado foi um risco branco por toda a imagem,
nesse momento ele percebeu que tinha reconstituído o seu sonho: “Tive duas
noites decisivas na vida: uma quando quase morri e outra quando por meio da
fotografia, consegui reconstruir aquela experiência”. A partir desse dia Page
começou a andar e procurar florestas, parques e praias desertas para servir de
cenário as suas fotografias. Os efeitos luminosos das suas fotos são na maioria
das vezes obtidos por meio de fogos de artifício feitos especialmente a pedido
dele com as tonalidades desejadas, o resultado é incrível e mágico, impossível
não se impressionar com as suas imagens. Durante as várias tentativas para
atingir o efeito esperado, Page ressalta algumas das dificuldades que encontra
no seu trabalho, já que as fotos são feitas na natureza, ele precisa estar
atento as condições climáticas, animais selvagens e insetos, Page já caiu no
mar enquanto tentava colocar fogos de artifícios na ponta de um molhe, por isso
sua colaboradora e modelo de algumas das suas fotos é a sua própria esposa
Courtney. Nas suas horas vagas, dedica-se ao seu site, que criou em 2009, onde
dá dicas sobre o light painting e editoriais sobre o tema ( WWW.lightpaintingphotography.com). Uma dica bem legal é a ver a
versão online do documentário de sete minutos sobre o trabalho de fotográfico (HTTPS://vimeo.com/66446972), quem quiser saber um pouco mais é só ler a revista
Fotografe Melhor, edição 202, que tem uma matéria bem interessante sobre Jason
D. Page.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Câmeras Compactas Avançadas
Como já
falei em um post anterior, as câmeras DSLR são destinadas a fotógrafos
profissionais ou entusiastas que buscam o máximo de qualidade e precisão nas
imagens, mas como tudo tem seu lado negativo, essas câmeras não agradam a todos
pelo seu “corpo” grande e que precisa de uma bolsa apropriada para serem carregadas,
muitos também não gostam de perder tempo trocando as lentes, ou tirando os
protetores delas na hora de fotografar, sem contar que nos centros urbanos em
que vivemos andar com uma câmera DSLR é um grande chamativo, primeiramente
porque podemos perder uma boa foto, visto que as pessoas podem ficar
incomodadas com a presença de câmeras profissionais, vão achar que tudo o que
você está fotografando é para ser postado em algum site da internet ou jornal,
faça um teste, eu já fiz e as perguntas são sempre as mesmas: “O que você vai
fazer com essas fotos?” “Você trabalha em qual jornal?” “Neste local não é
permitido tirar fotos para jornais, senhor”. Não podemos desprezar ainda o fato
dessas câmeras despertarem o interesse de pessoas, digamos, não muito
especiais, já que são chamativas, grandes e valiosas. Para muitos esses são
atributos negativos em uma DSLR, embora elas sejam de suma importância para o
aprimoramento das técnicas fotográficas, mas como vocês já devem ter ouvido
falar, quem faz a foto é o fotógrafo, não a câmera. Bem, chegando ao tema deste
post, que são as câmeras digitais compactas avançadas fica evidente o seu
posicionamento dentre as categorias de câmeras fotográficas, um modelo, pequeno,
não tão caro, discreto e que possua qualidade para agradar tanto os fotógrafos
entusiastas como os mais exigentes, nessa busca pela qualidade as grandes
fabricantes vem apresentando modelos cada vez mais avançados e com recursos
próximos das DSLRs. Muitas dessas câmeras são utilizadas no cotidiano pelos
fotógrafos profissionais e permitem ajustes manuais para exposição, por
exemplo. Outro ponto que é bastante criticado nas compactas é o alto ruído nas
imagens com ISO mais alto, fazendo com que as fotografias percam qualidade e
definição, mas esse problema vem sendo amenizado pelo uso de sensores de
imagens mais sofisticados, então vou citar aqui alguns desses modelos,
lembrando que o foco aqui é qualidade das imagens, não das filmagens.
Canon Powershot G1X
Modelo
lançado em 2012, é um dos melhores da marca, sendo uma compacta avançada de
alta qualidade, possui resolução de 14.3 megapixels, um grande sensor CMOS, uma
tela de LCD giratória de 3”, um zoom óptico de 4x, ISO de 100 a 12800 e uma
abertura da lente de f2.8 a f5.6, permitindo com que a mesma possa tirar
fotografias em baixa condições de iluminação mantendo a qualidade de imagem e
ainda conta com uma sapata para flahs externo e com um visor ocular, que vem
sendo deixado de lado pelos fabricantes nos sue modelos compactos.
Nikon P7100
Modelo mais
sofisticado entre as compactas da Nikon, e adorada pelos sites de avaliação de
câmeras fotográficas, muitos deles, deixam claro “Se você é amador, fuja da
P7100”, pois está câmeras conta “só” com 16 botões em seu corpo, isso pode agradar bastante os
fotógrafos profissionais, mas em contrapartida pode deixar confuso os
fotógrafos mais amadores, o modelo trabalha bem com ISO alto sem perder
qualidade, e conta com um sensor CCD de 10.1 megapixels, que pode parecer
pouco, mas é mais do que o suficiente se você não deseja imprimir um pôster.
Seu zoom óptico é de 7,1x e uma abertura máxima da lente de f2.8, visor ocular
e sapata para flash externo.
Fuji FinePix X100
De longe,
este é o modelo mais bonito do breve comparativo, mesmo este fator não
influências muito na compra uma compacta avançada, não dá para deixar de
apaixonar pelo desenho retro e pelo ótimo acabamento dessa câmera, o que é
justificável pelo seu alto preço, mas indo ao que importa vem equipado com um
grande sensor de imagens CMOS, do tamanho das DSLRs, o que faz com que a mesma
entregue uma boa qualidade de imagem em um ambiente com pouca iluminação,
possui 12.3 megapixels, além de uma lente com abertura de f2.0 (A mais dá
aquela efeito de fundo desfocado) e ISO de 100 a 12800, e sapata para flash
externo.
Lumix
DMC-LF1
Lançado
neste ano, essa compacta da Panasonic tem preço ligeiramente inferior ao dos
outros três modelos citados, mas não se engane, ela vem equipada com as
poderosas e sofisticadas lentes Leica, e como não poderia ser diferente sua
ficha técnica é respeitável, controles manuais, sensor CMOS de 12 megapixels,
zoom óptico de 7,1x, lente com abertura que vão de f2.0 a f5.9 e faixa de ISO
de 80 a 12800 (a mais versátil dos modelos comparados) e conta ainda com um
anel ao redor da lente para o controle de algumas de suas configurações, como a
abertura e velocidade, visor ocular e é a única do comparativo a oferecer o
Wi-Fi e NFC, o seu preço um pouco inferior pode ser justificado pela ausência
da sapata para flash externo.
Sony DSC-RX100
Não posso
deixar de citar esta poderosa câmera da Sony, com 20.2 megapixels, ela é a
menor do comparativo e muitos profissionais a consideram a melhor câmera
compacta já produzida, este modelo possui o maior sensor já colocado em uma
câmera de bolso junto com uma lente Carl Zeiss com a menor abertura do
comparativo (f1.8!), produzindo imagens nítidas em ambientes com pouca
iluminação e com aquele fundo desfocado, como poucas compactas conseguem fazer,
além de um modo macro impressionante de 5cm, mas essa bela câmera não vem com
visor óptico, nem com a sapata para flash externo.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Exposição: #1cartaparamarselha
Uma boa dica
para quem curte exposições de fotografia e mora no Recife, é a exposição
“#1cartaparamarselha” na Torre Malakoff, ocupando quatro salas da mesma, o
fotógrafo Camilo Soares, que apresenta fotos impressas em lambe-lambe e
registros das intervenções realizadas nas ruas do Recife. Estampada em uma das
paredes, está o mapeamento dessas intervenções e o blog com acesso ao público.
Há também a Santa Caixa onde os visitantes podem depositar suas cartas e a
exibição do vídeo “cartaprorecife”, com intervenções de alguns artistas locais
sobre fotografias da exposição coladas no centro do Recife. Quem quiser conferir de perto é só ir à Torre
Malakoff até o dia 28 na Praça do Arsenal da Marinha, com entrada gratuita. 10h
às 18h – ter a sex/ 15h às 18h – Sab e dom. Tel: 3184 3180/ 3184 3145.
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